SEP denuncia falta de segurança no DICAD

Nuno Murcho, João Moura dos Reis e Álvaro Pereira.

Na sequência de agressões a duas enfermeiras e a um médico na Unidade de Desabituação do Algarve, em Marim, da Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (DICAD), o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) recorda que já tinha pedido um reforço do horário de segurança, em meados do ano passado.

Isto porque, segundo o SEP, naquelas instalações, só há vigilância durante o período noturno. De acordo com os sindicalistas, a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve terá assumido o compromisso de reforçar a segurança em janeiro, com mais 8 horas, o que não aconteceu.

«Exige-se mais segurança, de forma imediata e de acordo com o compromisso assumido, sobretudo depois de conhecido o relatório divulgado pela DGS, que dá conta de 582 queixas de profissionais de saúde em 2015. A maioria provém de serviços de psiquiatria, o mesmo desta unidade, que tem por missão tratar dependências de substâncias psicoactivas».

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