Culatra indignada por ficar de fora das ações de recuperação da costa algarvia

A Associação de Moradores da Ilha da Culatra (AMIC) manisfestou hoje, quarta-feira, 4 de abril, «indignação e preocupação, por não ter sido identificada nem contemplada qualquer intervenção de recuperação na costa» desta ilha-barreira da Ria Formosa.

«Visto ter sido divulgado recentemente um pacote de medidas de emergência de minimização dos danos causados pelas últimas tempestades em várias zonas da costa algarvia», este coletivo não compreende o porquê de ter ficado de fora do plano.

«Tendo esta associação, dado conhecimento a todas as entidades competentes dos danos causados nomeadamente, o desaparecimento da duna primária, onde se verifica a necessidade urgente de consolidação e enchimento da mesma e tendo apresentado inclusivamente soluções com a reposição de areias das dragagens que estão a decorrer neste momento, esperamos que nos próximos dias todas as entidades cheguem a um consenso e que se avance para uma intervenção de emergência, para a costa da Culatra, de forma a garantir a proteção de pessoas e bens bem como boas condições para a época balnear».

0 governo publicou ontem em Diário da República a autorização para um investimento de cerca de 800 mil euros em intervenções de recuperação dos danos causados pelas tempestades que assolaram o litoral do Algarve.

Os municípios abrangido são Olhão (219970 euros), Faro (193459), Albufeira (130560), Portimão (65000), Tavira (58090), Loulé (52000), Lagoa (47432), Vila Real de Santo António (25889) e Silves (6825).

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