Bombeiros de Portimão já têm nova viatura de combate a incêndios

Corporação volta a ter veículo, em pouco mais de um mês, após o mais recente que possuíam ter sido destruído num fogo em Monchique, em junho passado.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Portimão tem, desde quarta-feira, 1 de agosto, a nova viatura de combate a incêndios florestais. Segundo Álvaro Bila, presidente desta associação, o veículo chegou no dia que tinha sido divulgado no mês passado, ainda a tempo de ser uma forte ajuda no dispositivo da fase mais crítica de combate (Charlie) a este tipo de sinistros.

«Só foi possível com a verba da Autoridade Nacional da Proteção Civil, que cobre uma parte do custo da viatura nova. A Câmara Municipal de Monchique disponibilizou 30 mil euros e a de Portimão 25 mil», adiantou ao «barlavento» Álvaro Bila. No total, o novo veículo custou 145 mil euros.

Álvaro Bila.

O carro de combate a incêndios substitui, desta forma, o veículo mais recente que a corporação tinha ao seu dispor e que foi destruído durante um incêndio em Monchique, em junho, ao qual os bombeiros portimonenses acorreram.

Era o mais recente de uma frota de três, com estas características, tendo a corporação ficado reduzida a meios com mais de vinte anos.

O presidente da Associação Humanitária referiu ainda que, desde essa data, a corporação já esteve nos dois grandes fogos florestais no centro de Portugal, o de Pedrogão Grande, e também no da semana passada que deflagrou na Sertã e alastrou até Nisa, já no Alentejo.

Na altura, Rui André, presidente da Câmara Municipal de Monchique, entregou, menos de 24 horas depois, um cheque de 30 mil euros para apoiar a compra de um novo carro de combate, reconhecendo, desta forma, o forte apoio que os bombeiros vizinhos dão quando é necessário. Num destes episódios, «ficaram sem o mais recente veículo que tinham, por isso, a autarquia resolveu ajudar como sinal de reconhecimento», tinha dito o autarca na altura.

Também Isilda Gomes, presidente da Câmara Municipal de Portimão, assegurou, após este donativo, que a autarquia iria colocar a fatia restante para a aquisição do carro de combate a incêndios. Álvaro Bila mostrou-se ainda satisfeito, em declarações ao «barlavento», por ter sido possível repor o meio que havia sido perdido em pouco tempo e ainda durante a época crítica de incêndios.

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