Rogério Bacalhau vencedor quer baixar o IMI 0,4 pontos

Já passa da meia-noite, mas as buzinas fazem-se ouvir quebrando o que seria uma noite tranquila de domingo, com a comitiva de Rogério Bacalhau a comemorar a vitória.

Ouvido pelo «barlavento», o autarca reeleito considera que é «um reconhecimento dos farenses sobre o trabalho que fizemos ao longo destes últimos quatro anos, e acima de tudo é uma responsabilidade muito grande para o próximo mandato».

«Neste momento vamos ter que preparar o orçamento para o próximo ano e vamos apresentar uma proposta para baixar o IMI em 0,4 pontos. Será uma das primeiras medidas operacionais que vamos apresentar», revelou.

Rodeado por autarcas do partido socialista em Loulé, Olhão e São Brás de Alportel, Bacalhau não teme os vizinhos. «Acho que estamos bem, temos condições para trabalhar e melhorar ainda mais a qualidade de vida dos farenses nos próximos anos. O facto de termos uma maioria só nos responsabiliza, e vamos continuar a trabalhar para não defraudar as expetativas de quem nos deu uma confiança reforçada».

Bacalhau frisou ainda o facto de ser o o segundo presidente a conseguir uma reeleição na capital algarvia, com a a coligação «Faro no Rumo Certo» (PSD, CDS-PP, MPT e PPM,) a conseguir agora conquistar cinco dos nove mandatos em disputa, contra quatro do Partido Socialista.

Pelo caminho o socialista António Eusébio que tentou reconquistar a autarquia perdida há oito anos para a coligação encabeçada pelo PSD.

Também Cristóvão Norte ganhou a Assembleia Municipal de Faro, órgão que o PSA não ganhava desde 2001.

Contas feitas, a coligação «Faro no Rumo Certo» teve 11753 votos (43,94 por cento), contra os 10181 votos (38,06 por cento) do Partido Socialista.

Já PCP-PEV somou 1975 votos (7,38 por cento), o Bloco de Esquerda conquistou 819 votos (3,06 por cento), o PAN teve 620 votos (2,32 por cento) e o candidato do amor com o resultado mais baixo de 490 votos (1,83% por cento).

Em Faro foram submetidos às urnas 561 votos em branco (2,10 por cento) e 348 votos nulos (1,30 por cento).

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