Nasce em Tavira novo movimento autárquico «Nossa Terra, Nossa Pátria»

Objetivo é «bater de frente com o establishment local».

Aos 27 anos de idade, João Rocha e Silva, profissional na área de reposição numa superfície comercial, representante da Juventude Popular e militante do CDS-PP e coordenador do CDSXXI Tavira, em junho de 2018, assumiu a coordenação da Juventude do Movimento Democrata Cristão do Baixo Guadiana, no seu curto currículo político conta alguma experiência partidária e participações em atos eleitorais, participação numa lista partidária ao Parlamento Europeu e recentemente nas eleições autárquicas de 2017.

João Rocha e Silva ambiciona liderar um projeto de trabalho pela elaboração de uma resposta estratégica para o desenvolvimento do território da freguesia, assumindo o compromisso de criar um pilar estratégico para a gestão do novo movimento, desde já anunciado a sua pré-candidatura às eleições autárquicas de 2021 com a seguinte dominação «Nossa Terra, Nossa Pátria!» aos órgãos da União de Freguesias da Luz de Tavira e Santo Estêvão.

«Estamos já disponíveis nas redes sociais, brevemente iremos avançar com o site oficial, antes de mais será um movimento autárquico aos órgãos da Freguesia, que não descartar uma eventual possibilidade de concorrer ao município. Iremos apresentar uma proposta de unidade local, na construção de um Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Território da Freguesia. Ao que podemos garantir, será um movimento de cidadania para todos os cidadãos, estamos abertos a sugestões e propostas, interessados em participar neste projeto podem nos contactar através da nossa página oficial de facebook já disponível. Antes de conclusões precipitadas, a nossa causa será por uma resposta à desvalorização da Freguesia, assumindo uma política de rigor financeiro e transparência política», explica João Rocha e Silva, em nota enviada ao «barlavento».

«Acreditamos que todos os cidadãos têm o direito de exercer os seus direitos civis, incluindo candidaturas autárquicas, legislativas, presidenciais ou europeias. Nessa lógica, nos iremos apresentar aos eleitores da Nossa Terra. Porquê, Nossa Terra? Vivemos numa terra que acreditamos! Porquê, Nossa Pátria? É a nossa identidade! Se me perguntarem se estamos doidos? Talvez, porque pretendemos bater de frente com o establishment local».

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