Na sequência da notícia publicada com o título Urgências do Algarve a funcionar a meio-gás» denuncia Cristóvão Norte, ao abrigo do direito ao contraditório e para o correto esclarecimento e tranquilidade da população, solicita-se a publicação do seguinte esclarecimento:
1) A resposta médica nas urgências das unidades de Portimão e Lagos está assegurada com o número de médicos dentro dos limites previstos, pelo que refutamos os números indicados na peça;
2) O documento indevidamente tornado público, trata-se de um documento interno de trabalho, datado de 5 de agosto, logo extemporâneo, o qual, por força da sua qualidade de documento de trabalho, é dinâmico e mutável, tendo sido objeto dos ajustamentos necessários para garantir a resposta assistencial adequada, incluindo o mencionado dia 20 de agosto que, ao contrário do que é erradamente afirmado na notícia, tem as escalas devidamente asseguradas;
3) Mais se informa que as escalas médicas do Centro Hospitalar do Algarve, nomeadamente em termos de resposta de urgência, têm sido asseguradas dentro da normalidade, sendo que sempre que se verificam situação pontuais de falhas imprevisíveis, as mesmas são colmatadas por mobilização interna de recursos, entres as unidades deste Centro Hospitalar, ou através do recurso à contratação de serviços médicos.
4) Assim, reafirmamos que o Centro Hospitalar do Algarve continuará a assegurar os cuidados de saúde urgentes à população, não havendo motivo para recear falhas da resposta assistencial como aquela que o documento tornado público indicia.