Ministério da Educação garante que não faltam funcionários na ESMTG

O Gabinete do Ministério da Educação, em resposta a uma pergunta colocada pelo Bloco de Esquerda (BE), garantiu, esta semana, que «o número de pessoal nos serviços administrativos corresponde à dotação máxima de referência dos assistentes técnicos» no criticado Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes (ESMTG), em Portimão.

A tutela acrescenta ainda que a Direção de Serviços Regional do Algarve da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares não tem registo que indicie «perturbação ou prejuízo para o arranque das atividades do próximo ano letivo», que já começou esta semana.

Argumenta ainda que foi aberto procedimento concursal prévio à eleição do diretor de Agrupamento ESMTG e que os anteriores responsáveis asseguram a administração e gestão do espaço até à tomada de posse do novo quadro diretivo, processo que deverá estar concluído no prazo de 90 dias.

No entanto, o BE volta a afirmar que «o Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, inicia o ano escolar sem direção, equipa de coordenação e com serviços administrativos mínimos». Em meados de agosto, os parlamentares do BE denunciaram «a demissão do diretor do agrupamento» que alegava «falta de condições para continuar a assumir aquela função, assim como a de presidente do Conselho Administrativo», relembrou o BE.

A falta de condições estão relacionadas, segundo informou o BE, com a acumulação de constrangimentos e dificuldades, desde 2014, colocadas no funcionamento dos serviços administrativos. Foram provocadas, por exemplo, pela «saída de assistentes administrativas por mobilidade», estando, no momento, apenas «11 assistentes técnicas e uma coordenadora», destacaram os responsáveis eleitos por Faro, do BE.
Fazem parte deste agrupamento, a Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, Escola Básica 2,3 Professor José Buísel, Escola Básica Major David Neto e pelo Jardim de Infância do Fojo.

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