Vendas de pescado nas lotas do Algarve movimentam 34,1 milhões de euros de janeiro a agosto

Valor do pescado comercializado nas lotas portuguesas subiu 3,3%, para 137,2 milhões de euros, nos primeiros oito meses de 2017. Rendimento dos pescadores aumenta com o preço médio por quilo a crescer 6,2 por cento.

Segundo a informação estatística sobre as vendas de pescado nas lotas de janeiro a agosto, enviada hoje, 21 de setembro, pela Docapesca, o valor do pescado comercializado nas lotas portuguesas subiu 3,3 por cento, para 137,2 milhões de euros, nos primeiros oito meses de 2017.

O preço médio por quilo subiu de 2,01 para 2,13 euros, traduzindo-se num crescimento de 6,2 % face ao mesmo período do ano anterior.

Esta valorização do pescado permitiu aos pescadores melhorar o seu rendimento face a 2016, apesar da redução do volume capturado de 66,2 para 64,3 mil toneladas (-2,8%).

A lota de Peniche foi responsável por 24,5 M€, seguindo-se Sesimbra (15,9 M€), Matosinhos (14,5 M€), Aveiro (8,5M€) e Vila Real de Santo António (8,3 M€), Figueira da Foz (7,8M€), Portimão (6,9 M€), Nazaré (5,6M€) e Sines (5,5 M€).

Foi nas lotas e postos da região Sul (Algarve) que se registou o maior valor. Os 34,1 milhões de euros ali transacionados representam uma subida de 6% face ao período homólogo.

Seguiu-se a região Centro Sul (Península de Setúbal e Litoral Alentejano) com 32,1 M€ (-5%), o Centro (de Nazaré a Cascais) com 31,1 M€ (+11%), o Centro Norte (de Aveiro à Figueira da Foz) com 18,4 M€ (+8%), a região de Matosinhos (de Matosinhos a Espinho) com 14,7 M€ (-7%) e a região Norte (de Caminha a Vila do Conde) com 6,8 M€ (+16%).

As principais lotas em volume de pescado transacionado foram Sesimbra (10.324 toneladas), Matosinhos (10.260), Peniche (9.783), Aveiro (5.114), Figueira da Foz (4.866), Sines (3.758), Portimão (3.487) e Nazaré (2.782).

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